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27 de setembro de 2011

E se a AB-Inbev comprasse a SABMiller?


Não se trataria de uma simples fusão, aquisição, incorporação... Chame como quiser. O valor envolvido nessa eventual transação seria recorde na história: U$ 80 bilhões. Difícil imaginar a proporção dessa cifra, não é?

Mas não é o Gole que está jogando palavras ao vento. Essa hipótese foi levantada em uma matéria da Reuters, que ouviu empresários, analistas e banqueiros. Dentre as maiores cervejarias do mundo, eles classificam a SABMiller (2ª no ranking, atrás da AB-Inbev), como a mais vulnerável a essa eventual operação.

Os entrevistados sugerem até mesmo o ano em que essa aquisição deverá ocorrer: 2013. Bom, imagino que estes senhores tenham primeiras, segundas e até terceiras intenções camufladas em declarações como essas. A jogatina é complexa e os primeiros coringas já podem estar sendo descartados à mesa.

Uma coisa é certa: não seria nada saudável que uma única cervejaria fosse responsável por mais de um terço da produção mundial da bebida. A concorrência faz bem ao consumidor. Mas, infelizmente, ela está cada vez mais escassa no mercado de cervejas comerciais do mundo.

(Leia aqui a matéria da Reuters)

Até o próximo gole.

14 de abril de 2011

Cervejeiros cariocas lançam campanha para comprar Schincariol

Desde que começou a circular a informação de que a Schincariol estaria à venda, o mercado começou a borbulhar com especulações. Grandes nomes como Heineken, SABMiller e Carlsberg foram mencionados como fortes candidatos à compra da cervejaria que nasceu em Itu-SP, em 1939.

A troca de comando na segunda maior cervejaria do país, continuando nas mãos dos grandes, não significaria mudanças relevantes para o consumidor. Mas um projeto que começou a circular na rede e chamou bastante a atenção do Gole, esse sim, deixaria os cervejeiros do Brasil bem servidos.


Estou falando da ‘Minha Schin’, campanha criada por um grupo de 5 amigos cervejeiros, o Homini Lúpulo, com um objetivo ao mesmo tempo nobre e ousado: comprar a Schincariol e agregar qualidade ao mercado cervejeiro de alto giro no Brasil.

O projeto inclui até o lançamento de novos rótulos para renovar as opções de cervejas oferecidas atualmente pela empresa de Itu.

A campanha, que foi lançada no blog do Homini Lúpulo há uma semana, funciona da seguinte maneira: para cada cerveja que o grupo consome, R$ 1 é reservado para a ‘Minha Schin’.

“Se todo amante de boas cervejas fizer o mesmo, em breve faremos uma oferta que não poderá ser recusada”, afirma o cervejeiro Bernardo Couto, integrante do Homini Lúpulo. Rumores de mercado sugerem que a Schincariol estaria à venda por cerca de U$ 2 bilhões.

Para o Homini Lúpulo arrecadar esse valor, seria necessário que cada um dos 190 milhões de brasileiros doasse R$ 10,50. Tarefa difícil, pois a maioria do público consumidor de cervejas no Brasil busca a marca mais barata, loura e refrescante. Essa, infelizmente, é a cultura predominante por aqui.

Anderson Silva seria o novo garoto-propaganda

Mas se depender do Homini Lúpulo, esse cenário pode mudar. Para isso, já existe até um planejamento da publicidade, que, ao contrário do padrão mulher-calor-futebol-churrasco-praia-amigos, será voltada para o prazer contido na bebida que está ao lado do homem há milhares de anos. 

“Você já viu algum comercial em que o cara para, sozinho, e degusta uma cerveja? Claro que não, pois se o cara fizer isso tomando uma Skol, vai ter uma experiência sem graça”, diz Bernardo. E é verdade, convenhamos.


“É hora da revolução cervejeira tomar corpo e todos os copos”. Acessos e cliques, também.

Na internet, o grupo já recebeu risadas, proposta de sociedade e até quem quisesse doar. Para interagir com  a campanha, basta seguir o @Homini_Lupulo no Twitter ou buscar por #MinhaSchin no microblog. Não deixe de participar, pois, no mínimo, divulgar a campanha é um manifesto original e cheio de boas intenções.

Até o próximo Gole!

3 de março de 2011

Leilão à vista no mercado de cerveja no Brasil

A família que comanda a Schincariol deu início a uma negociação que pode causar mudanças no comando da companhia. O sócio-majoritário pretende vender suas ações, que valem atualmente R$ 3 bilhões. Adriano Schincariol já até contratou um banco de investimentos para assessorá-lo no processo.

Várias hipóteses são levadas em conta, entre elas, uma eventual venda da cervejaria - que controla marcas como Nova Schin, Devassa, Baden Baden e Eisenbahn (as duas últimas, artesanais de ótima qualidade). A Schincariol procura manter em sigilo qualquer movimentação a respeito do assunto.

No mercado de cerveja brasileiro, não há como descartar possibilidades de relevância global. A britânica SABMiller e a dinamarquesa Carlsberg têm interesse no país. Poderiam ser potenciais compradores, mas não os únicos.

Líder ou vice-líder em todos os outros países onde atua, a Heineken ocupa a quarta colocação no mercado brasileiro. Uma eventual aquisição da Schincariol deixaria a cervejaria holandesa atrás apenas da Ambev.

São muitos interesses em jogo e importantes empresas envolvidas. Não é difícil prever que vem por aí mais um leilão de gente grande.

16 de janeiro de 2011

Miller retorna ao Brasil em 2011

Quatro anos após deixar o mercado brasileiro, a cerveja americana Miller está de volta. A marca, que pertence à gigante SABMiller, segunda maior cervejaria do mundo, começou a ser vendida este ano em Porto Alegre. Até o fim de 2012, vai marcar presença no país inteiro.


Quando o assunto é cerveja, o Brasil está cada vez mais atraente. E, para reconquistar uma fatia desse mercado, a SABMiller, já para o primeiro ano, prevê o investimento de US$ 15 milhões. O valor elevado é necessário para permitir que a cerveja tenha condições de concorrer em um mercado dominado pela Ambev. Mas nem sempre elas foram concorrentes.

Entre 1996 e 2007, a cerveja foi produzida no Brasil por uma parceria entre a SABMiller e a Brahma, uma das marcas da gigante brasileira. Ao final do contrato, não houve interesse das partes em manter a produção e a Miller deixou de ser uma opção no mercado brasileiro.

Agora, em retorno realizado em parceria com a importadora gaúcha ImportBeer, a cerveja pode pegar carona no crescimento do ramo no Brasil. Quem ganha com isso? O consumidor, que é o maior beneficiado com a concorrência entre as cervejas no mercado.
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