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19 de janeiro de 2011

Cervejaria é destruída na Região Serrana do Rio

Os prejuízos causados pelas chuvas na Região Serrana do Rio de Janeiro são irreparáveis. Centenas de vidas foram interrompidas em uma das piores tragédias naturais que o país já enfrentou. Os deslizamentos deixaram, também, mais de 20 mil pessoas desabrigadas. 

A natureza destruiu praticamente tudo o que viu pela frente em mais uma resposta à ação desordenada e insustentável do homem no planeta. Entre milhares de famílias que acumulam prejuízos incalculáveis há sete dias, uma em especial pode contabilizá-los em cervejas.

Foto: (http://www.cervejacidadeimperial.blogspot.com/)

Propriedade dos descendentes da família imperial, os Orleans e Bragança, a Cervejaria Cidade Imperial foi destruída pelas chuvas no último dia 12. Desde então, o prejuízo já soma R$ 1,5 milhão. A força da água, que alcançou mais de 2 metros de altura, destruiu todas as instalações.

É a segunda vez que a cervejaria sofre com esse tipo de problema desde que foi fundada, em 1997. Calcula-se que será necessário um mês para o retorno das atividades, período em que a indústria produziria 200 mil litros, fabricados de forma artesanal.

Diante dos prejuízos acumulados com os temporais e visando a segurança dos funcionários, a Cervejaria Cidade Imperial estuda a possibilidade de deixar o município. É uma opção que, infelizmente, mais de 700 pessoas não têm mais como cogitar.

18 de janeiro de 2011

Brahma e Itaipava brigam na justiça

Duas grandes cervejarias travam uma batalha que extrapola os limites do mercado consumidor. A disputa entre a Brahma, uma das marcas da Ambev, e a Itaipava, do Grupo Petrópolis, foi parar na justiça. O motivo nada tem a ver com o conteúdo, e sim com a embalagem.


Lançadas em agosto de 2010, as latas vermelhas da Itaipava foram, agora, vetadas pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A cervejaria de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, foi acusada de concorrência desleal ao ter, segundo a Ambev, aproveitado-se da estratégia de marketing adotada pela Brahma um mês antes (julho/2010).

O prazo dado à Itaipava para retirar as latas do mercado é de 30 dias, contados a partir do último dia 12, data da decisão judicial. A multa diária por descumprimento é de R$ 30 mil, mas o Grupo Petrópolis ainda tem a opção de recorrer. Em nota, a empresa afirma que só vai se pronunciar quando tiver acesso à integra do processo. 

Esta é a terceira vez que as duas cervejarias se enfrentam judicialmente nos últimos anos. As acusações anteriores tinham, também, relação com cópias de embalagens e de logomarcas. 

A aparência do produto parece ser, nesses casos, o que prevalece. As cervejarias comerciais brigam na justiça para se diferenciarem na forma, enquanto o que mais importa, o conteúdo, fica cada vez mais padronizado.
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