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21 de janeiro de 2011

Brasil é terceiro no mundo em produção de cerveja

No mercado cervejeiro nacional, o ano que passou não deve ser esquecido. Ao longo de 2010, o Brasil deixou Rússia e Alemanha para trás e assumiu o posto de terceiro produtor mundial de cerveja, com 12,6 bilhões de litros.

A conquista é resultado de muito investimento. No ano passado, a indústria cervejeira injetou R$ 5,4 bilhões no mercado nacional, quase o triplo do valor investido, em média, nos anos anteriores. Com o impulso extra, a produção da bebida no Brasil cresceu 18% em relação a 2009.

As razões para tantos números positivos são uma combinação de fatores. Bom momento econômico, clima favorável ao consumo de cerveja e até mesmo o fato de 2010 ter sido ano de Copa do Mundo ajudaram o mercado nacional da bebida a subir duas posições no ranking mundial.

De agora em diante, novas conquistas vão exigir muito fôlego. As duas maiores economias do mundo lideram com folga a produção mundial de cerveja. Só que, nesse caso, as posições são invertidas. A China é a primeira, com 40 bilhões de litros em 2010, seguida dos EUA, 5 bilhões de litros atrás.

É um duelo de titãs que está longe de ser interrompido, mas o Brasil pode ganhar muito comendo, ou melhor, bebendo pelas beiradas. No que depender da economia em geral, as previsões para os próximos anos são animadoras.

14 de setembro de 2010

China tem a cerveja mais vendida no mundo

Atrás dos 7.300 km da Grande Muralha, os chineses escondem a cerveja mais vendida do mundo. Única a ser comercializada em apenas um país, a Snow representa a força da economia vermelha no mercado global da bebida. Vende cerca de 300 milhões de litros a mais que a segunda colocada. É como se cada habitante da China consumisse uma garrafa de 600 ml a mais do que aqueles que compram a americana Bud Light.
O mercado da cerveja parece ser um aperitivo do que as projeções sobre a economia global apontam. Os negócios da China estão cada vez dando mais lucro. Mercado interno numeroso, aquecido e confiante. Haja cerveja para tanta sede. Porém, a liderança da Snow pode estar ameaçada. Por quem? Adivinhe!

A AB-Inbev pretende apostar na economia brasileira para recuperar a liderança na lista das mais vendidas. Distribuída pela Ambev, a marca Budweiser vem para conquistar espaço no quarto maior mercado de cerveja do mundo. Tarefa difícil! Para ter sua marca no topo do ranking mundial de vendas, a gigante belgo-brasileira precisa arrebatar 3% de um mercado já dominado por outros rótulos da companhia.

Vai ser briga de gente grande. De um lado, a maior cervejaria do mundo busca recuperar o topo entre as marcas mais vendidas. Do outro, uma gigante de vendas internas controlada pela estatal vermelha China Resources tenta se manter à frente. Nesse campo de batalha, uma muralha pode ser uma vantagem.

30 de agosto de 2010

Anúncio de cerveja na China e o mercado da bebida no oriente

Quem nunca relembrou com amigos os mais interessantes e clássicos comerciais de cerveja que viram na TV? Os intervalos das principais atrações dos grandes canais sempre estiveram repletos de peças publicitárias criadas não só para estimular o consumo como, também, para conquistar e entreter o telespectador.

Hoje em dia, a conquista parece ter perdido um pouco do romantismo. A apelação sexual nos comerciais brasileiros de cerveja já foi maior, é verdade, mas falta ainda um pouco de capricho. Na prática, o figurino das mulheres ganhou um pouco mais de tecido e os homens as atacam de forma mais discreta. Pelo mundo, graças à internet, é possível garimpar umas criações para cervejas bem bacanas, sem tanto apelo.


O vídeo acima é um comercial da holandesa Heineken (versão em inglês). Foi criado em 2006 para exibição na metrópole mais populosa do mundo. Com aproximadamente 14 milhões de habitantes, Shanghai é o principal pólo econômico da China, país que mais produz cerveja no mundo: 35 bilhões de litros/ano.

O chinês, entretanto, não é um grande consumidor da bebida. República Tcheca, Irlanda e Alemanha são os três primeiros no consumo per capita. O ponto forte dos asiáticos é exportação. Agora, é só aguardar pela invasão de rótulos ilegíveis por aqui.
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